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04 março 2017

Por que homens ficam muito mais doentes que mulheres?

No debate sobre qual é o sexo frágil, a chamada “gripe masculina” inevitavelmente surge.

É uma teoria popular que os homens ficam mais doentes – ou pelo menos parecem mais doentes – quando contraem o vírus, enquanto as mulheres continuam trabalhando, cuidando das crianças e vivendo.

A evidência científica para isso está longe de ser conclusiva, mas algumas pesquisas têm mostrado que as células imunológicas masculinas e femininas reagem de forma diferente aos vírus invasores. Agora, um estudo recente em ratos acrescenta mais combustível à discussão, sugerindo que o sexo masculino realmente é atingido mais duramente por certas doenças – e que a fisiologia, não a psicologia, pode ser pelo menos parcialmente culpada.


No estudo recente, publicado na revista Brain, Behavior and Immunity, ratos machos adultos exibiram mais sintomas do que as fêmeas quando foram expostos a bactérias que causam uma doença com sintomas semelhantes à gripe. Os machos também tiveram mais flutuações na temperatura corporal, febre e sinais de inflamação, e levaram mais tempo para se recuperar.

Estudos conduzidos em animais de laboratório não se aplicam necessariamente aos seres humanos, por isso esta pesquisa não deve ser levada tanto em consideração. Mas os especialistas que pesquisam gênero e imunidade dizem que ela levanta uma questão científica intrigante para as pessoas, também.

Estudos com células humanas, bem como em camundongos, mostram que as células imunológicas masculinas têm receptores mais ativos para certos patógenos, diz Sabra Klein, professora associada de microbiologia molecular e imunologia da Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health.

“Não é sempre a presença do micróbio ou a presença do vírus que nos deixa doentes”, diz Klein. “É nossa resposta imune, e a pesquisa mostra que os homens têm uma resposta aumentada que convoca as células para o local da infecção, o que contribui para a sensação geral de doença”.

A razão disso não é completamente compreendida, mas uma hipótese afirma que a testosterona e o estrogênio afetam esses receptores imunes de maneiras diferentes.

Os novos resultados com ratos não suportam uma ligação entre hormônios sexuais e doenças, pois os pesquisadores removeram os órgãos reprodutores dos ratos e ainda encontraram respostas diferentes, mas vários outros estudos sim. O estudo de Klein sobre células humanas em 2015, por exemplo, descobriu que os compostos à base de estrogênio tornavam mais difícil para um vírus da gripe infectar as amostras.

Outra teoria, apresentada por um estudo de 2010 de pesquisadores da Universidade de Cambridge, é que os homens evoluíram tendo sistemas imunológicos mais fracos e menor imunidade por causa de sua tendência a comportamentos de risco. Outras pesquisas ainda sugerem que, pelo fato das mulheres passarem mais facilmente patógenos para seus filhos, elas construíram mais defesas naturais contra eles.

Essas proteções não se estendem a todos os tipos de doença, no entanto. Em um artigo de 2016 publicado na revista Nature Reviews Immunology, Klein observou que, embora os homens mostrem maior suscetibilidade a certas doenças (como cânceres não-reprodutivos), as mulheres são mais suscetíveis a outras, como doenças auto-imunes.

Quanto à “gripe masculina”, outros fatores podem ser motivadores, também. Estudos mostram que os homens são menos propensos a lavar as mãos regularmente, por exemplo, e também menos propensos a se consultar com seus médicos regularmente. “Normas culturais absolutamente afetam nossos comportamentos”, diz Klein, “por isso é provável uma combinação de muitos fatores distintos.” 




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