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As informações e sugestões contidas neste blog têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

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16 dezembro 2016

Aneurisma cerebral | sintoma: dor na nuca!

O que é aneurisma cerebral?

Aneurisma é uma palavra que deriva do grego e remete a um sentido de “alargamento”. Quando há um “alargamento” em alguma artéria do cérebro, diz-se que existe um aneurisma cerebral.

Este é, portanto, uma dilatação de artéria cerebral que pode ser focal ou também segmentar. É basicamente resultado de uma fragilidade na área ou devido à perda de elasticidade.

Este local dilatado e enfraquecido pode, facilmente, romper. Aí está o principal perigo do problema. Grande parte dos aneurismas é assintomático e somente são notados quando há a ruptura. Fato que aumenta ainda mais a preocupação com o mesmo. No momento da ruptura a perda de sangue costuma ser tão grande que poucas pessoas sobrevivem.

Quando o aneurisma é diagnosticado através de exames de rotina, este pode receber o devido acompanhamento médico. Dilatações pequenas são normais com o passar da idade e não tendem a gerar problemas tão imediatos. Eles irão crescer em tamanho e intensidade e precisam ser apenas monitorados. Já os maiores podem comprimir os nervos e também o tecido ao redor e gerar fortes dores de cabeça, formigamento e alterações visuais.

Os aneurismas cerebrais se diferenciam de acordo com o tamanho, a localização, o formato e também a causa. O mais frequente é o sacular e é uma espécie de bolsa na parede da artéria. Há também o falso aneurisma, o micótico, o fusiforme e o aterosclerótico.

Agente causador

O chegar de uma idade mais avançada é um fator que contribui enormemente para a perda de elasticidade e para a fragilidade da parede da artéria. A grade parte dos casos é, portanto, desenvolvido durante a vida. Existem alguns fatores de risco que, combinados a fatores estruturais, tendem a acelerar este processo.

Cigarro, hipertensão arterial, consumo excessivo de álcool e de drogas, uso de contraceptivos do tipo oral, stress elevado, esforços físicos em geral (até mesmo coito e defecação), lobulação e hemorragia subaracnóidea, são alguns destes fatores.

Algumas pessoas podem ainda já nascer com aneurismas cerebrais. São os do tipo congênito e tendem a progredir com o passar da vida. Mulheres estão ainda mais vulneráveis a esta situação. Há também relação com parentesco, portanto, caso haja existência de aneurisma na família, realize um exame para monitoramento de saúde, diabetes, alterações no colesterol e doenças do colágeno são também fatores de risco.

Como se descobre a doença (diagnóstico)

Alguns aneurismas são assintomáticos, o que dificulta o seu diagnóstico. Muitas vezes eles somente são percebidos quando há a ruptura, neste caso pode ser tarde demais. A pressão e a velocidade com o sangue passa pelas artérias são tão grandes que, caso haja o rompimento, a perda de sangue é enorme.  Poucos chegam ao hospital a tempo. Por isto é importante à realização de exames de rotina para que quaisquer distúrbios possam ser previamente diagnosticados e acompanhados.

Quando há sintomas, pode ser indicado pelo médico especialista a realização de uma angiografia cerebral digital. Outro exame que pode ser pedido é a angiografia por ressonância magnética. Em certos casos o paciente já chega ao hospital em coma e, somente através de uma tomografia computadorizada do encéfalo, é que se pode chegar à causa do acontecido.

Existe a possibilidade de a tomografia computadorizada dar normal apesar da existência de um aneurisma. Nesta situação o especialista pode solicitar a realização de uma punção lombar, para análise do liquor. É importante a realização de exames de rotina para que uma situação como esta possa ser diagnostica precocemente e para que o problema receba o devido acompanhamento profissional.

Sintomas

A presença do aneurisma pode acabar pressionando os tecidos ao redor da artéria ou ainda comprimir os nervos da região. Com isto, um dos sintomas mais notados quando estes se manifestam é forte cefaleia. A compressão do nervo óptico pelo aneurisma pode causar sérios danos à visão, levando à perda progressiva da mesma. A dor de cabeça costuma evoluir e produzir rigidez na nuca e uma dor muito parecida com a da meningite na região.

Sintomas de isquemias cerebrais também são frequentes, já que coágulos podem se formar no interior do saco aneurismático. Alguns dos principais sinais de um aneurisma cerebral são, portanto:
  • Alterações na visão;
  • Queda da pálpebra (ptose palpebral);
  • Cefaleia;
  • Dor nas costas;
  • Dor na nuca;
  • Rigidez na nuca.
Diante destes sintomas procure por um médico especialista o quanto antes. O romper da artéria é frequentemente mortal. Quando não há morte as sequelas são terríveis. Não hesite em procurar por auxílio médico quando há algum destes sinais. Sua vida está em jogo.

Prevenção

Cuidar da alimentação e praticar atividades físicas são medidas preventivas para uma série de doenças. O aneurisma cerebral pode ser causado devido ao alto colesterol e ao stress, por exemplo, portanto, ingira alimentos saudáveis e pratique atividades que deixem você feliz. Corte o cigarro de vez da sua vida e muitas doenças deixarão de te assombrar. O consumo excessivo de álcool também precisa ser evitado.

Muitas vezes não há como se evitar esta situação, já que o enfraquecimento das paredes das artérias é frequente com o passar dos anos. O melhor a fazer é realizar exames de rotina para um devido monitoramento da saúde. Desta forma, artérias enfraquecidas recebem acompanhamento médico e os fatores de risco são cortados. Um aneurisma não diminui em tamanho, porém, suas complicações podem ser postergadas e o rompimento previsto.


Tratamento

Este varia de acordo com o tamanho e com as condições do paciente. Clinicamente um aneurisma não pode ser curado. Medidas são tomadas com o intuito de monitorar a gravidade e a extensão do mesmo. Caso haja necessidade, intervenções cirúrgicas devem ser feitas. Algumas são menos invasivas e realizadas via endoscópio. Outras necessitam da abertura de “janelinhas” no crânio para que o aneurisma seja bloqueado.

Após estes procedimentos o paciente deverá receber um acompanhamento médico para o restante da vida. É preciso ficar atento a novas possibilidades de ruptura, e os cuidados com a alimentação, com a pressão arterial e com ambientes estressantes não poderão ser deixados de lado.


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