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10 novembro 2016

Foliculite: o que é e como tratar

Qualquer pessoa que se depila já deve ter percebido o surgimento de alguns carocinhos vermelhos e dolorosos em algum momento após a retirada dos pelos.

Gerando lesões semelhantes à acne, a foliculite é extremamente comum e geralmente não traz muitas consequências além do incômodo. Mas também, que incômodo! Dor, coceira, vermelhidão e até bolhas de pus podem surgir, prejudicando também o aspecto estético de regiões que deveriam estar lisinhas e perfeitas após a depilação.

Mas afinal, o que é a foliculite? Quais as suas causas? Como é feito o tratamento? E o que você pode fazer para evitar que ela surja na sua pele? Vamos responder tudo isso aqui! Confira!

O que é a foliculite?

A foliculite consiste da inflamação dos folículos pilosos, tratando-se, portanto da inflamação na raiz do pelo, a parte que fica dentro da pele.

A causa do processo inflamatório costuma ser uma infecção, geralmente, ocasionada por uma bactéria da pele chamada de Staphylococcus Aureus. Mas além desta, outras bactérias — principalmente as gram negativas e a Pseudomonas Aeruginosa — fungos e vírus podem provocar a foliculite.

Em alguns casos específicos, não há infecção e o próprio pelo induz o processo inflamatório.

Quais os tipos de foliculite?

A foliculite é dividida em dois grandes grupos: foliculite superficial e foliculite profunda. A foliculite superficial é a mais comum, atingindo a parte mais superficial do folículo piloso e causando pequenas lesões na pele. Já a foliculite profunda é mais grave, afetando camadas mais profundas e extensas da pele, geralmente levando a um quadro com furúnculos ou carbúnculos.

Quais os sintomas da foliculite?

A foliculite gera pequenas manchas e carocinhos avermelhados na pele, sobre os folículos pilosos, podendo haver ou não a presença de pus e crostas. Comumente é possível inclusive ver o pelo no centro do carocinho. A irritação da pele aumenta a sensibilidade, gerando dor, coceira e desconforto.

Quando a foliculite é profunda, ela pode apresentar nódulos e abscessos com drenagem de uma quantidade maior de pus.

Em qual parte do corpo ela ocorre?

A foliculite pode ocorrer em qualquer região do corpo que tenha pelos, mesmo que sejam aqueles bem fininhos, incluindo o couro cabeludo e a região da barba. Assim, as únicas regiões que ficam sempre livres desse risco são as palmas da mão, as solas do pé e as de transição para mucosa, como os lábios.

Apesar disso, os locais mais comumente atingidos pela foliculite são o pescoço, as costas, as nádegas e as regiões de depilação, em especial as axilas e a virilha.

Qual a diferença entre foliculite e acne?

Embora as lesões sejam parecidas, com carocinhos vermelhos, pus e crostas, os processos por trás dessas condições é diferente. A acne é provocada por uma inflamação dos folículos devido à obstrução por sebo, mas sem qualquer infecção a princípio. Por isso, ela se relaciona a peles oleosas e ao alto consumo de alimentos calóricos.

Além disso, as lesões de acne tendem a se concentrar no rosto, no tronco e no colo, não tendo nada a ver com as zonas de depilação.

O que causa a foliculite?

Qualquer infecção e inflamação do folículo piloso dão início à foliculite, mas alguns fatores aumentam a chance disso acontecer:
  • Roupas apertadas e que retém calor;
  • Exposições a ambientes ou água quentes;
  • Suor excessivo;
  • Atrito com lâminas;
  • Lesões de pele provocadas pela depilação;
  • Curativos;
  • Outras lesões de pele como dermatite, acne, escoriações e feridas cirúrgicas;
  • Baixa imunidade provocada por diabetes, leucemia, medicamentos ou imunodeficiências;
  • Uso prolongado de antibióticos, principalmente para tratamento de acne;
  • Obesidade;
  • Alterações hormonais.
Como é feito o diagnóstico da foliculite?

Qualquer médico, principalmente aqueles especializados em dermatologia, consegue realizar o diagnóstico de foliculite através do histórico e exame das lesões. Os exames laboratoriais, com análise de qual microrganismo provocaram a foliculite, não são comumente realizados, mas podem ser necessários em alguns casos especiais para que o tratamento adequado seja realizado.

Quais as complicações?

Por ser um processo infeccioso, a foliculite pode se estender, gerando outras infecções mais graves, como a celulite e a furunculose.

Quanto maior a área e a profundidade da pele atingida pela foliculite, maior é a chance de surgir uma cicatriz depois que o quadro se resolver e até mesmo dos folículos serem destruídos, gerando uma região sem pelos permanentemente.

Como é feito o tratamento?

Para os quadros mais simples, apenas o uso de sabonetes anticépticos e de cuidados extras com a higiene local e das mãos é suficiente para resolver a foliculite. Quadros com sinais claros de infecção requerem o uso de antibióticos orais, sendo usado geralmente antibióticos que destroem as bactérias.

Se mesmo assim, as lesões não sumirem é necessário investigar qual microrganismo específico está causando a foliculite e aí sim tratá-lo. Durante o tratamento é importante não “cutucar”.

Qual a relação da depilação com a foliculite?

A depilação pode provocar micro lesões que geram uma porta de entrada para os microrganismos. Assim, você precisa procurar um lugar especializado para identificar o método mais adequado para seu tipo de pele.

Já, os métodos mais duradouros, como laser e fotodepilação, destroem todo o folículo piloso, eles raramente levam ao surgimento de foliculite, sendo os mais recomendados para quem sofre com essa condição.

É possível prevenir a foliculite?

Geralmente é possível prevenir a foliculite com alguns cuidados gerais com a pele e com a depilação:
  • Não utilize roupas de banho molhadas por muito tempo;
  • Logo após a depilação, prefira roupas confortáveis, de preferência, de algodão. Não use roupas apertadas nas regiões comumente afetadas pela foliculite;
  • Invista na hidratação e tome muita água;
  • Fique atento a regiões de dobra de pele e busque manter seu peso sob controle;
  • Use sabonetes anticépticos antes e após a depilação;
  • Se for realizar a depilação em casa, fique atento à higiene e prefira instrumentos de uso descartáveis ou totalmente higienizados;
  • Evite o uso de lâminas para a depilação. Mas se utilizá-las, lembre-se que o descarte deve ser feito diariamente;
  • Mantenha a frequência adequada para depilação com cera. A depilação correta é um tratamento e deve ser levado a sério. Evite misturar os tratamentos e invista no que for mais indicado para cada região do seu corpo de acordo com a espessura do pelo e seu tipo de pele.  
  • Mantenha a pele livre de células mortas com produtos específicos para esfoliação. 
Entendeu tudo sobre a foliculite? Fique ligada e descubra o melhor para você.  



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