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13 outubro 2016

As consequências do abuso do álcool


Na nossa sociedade o álcool é um hábito comum e aprovado socialmente. Ele é associado a comemorações, festas, reuniões de amigos, e como uma forma de se relacionar com os outros. Em nosso país existem muitas pessoas viciadas em álcool, e elas nem sabem disso.

A dependência do álcool é uma das mais graves e difíceis de superar devido à facilidade com que ele pode ser encontrado, à quantidade de bares que existem e ao consumo pela maioria da população.

O álcool traz sérias consequências para as pessoas que abusam do seu consumo. Em muitos casos as consequências são irreversíveis. O alcoolismo é uma doença grave, que se não for tratada pode acarretar graves consequências a nível profissional, pessoal e saúde.

Os efeitos do álcool no cérebro

O álcool é um depressor do sistema nervoso central, o que significa que ele bloqueia as suas funções. O álcool contém etanol, que é absorvido pela corrente sanguínea; as suas moléculas são pequenas e atravessam facilmente a barreira hematoencefálica, que protege o cérebro de substâncias tóxicas. Quando o álcool atinge o cérebro, aumenta o nível de serotonina e dopamina no sangue.

Como ele é uma substância depressora do sistema nervoso, afeta os neurotransmissores gabaérgicos e glutamatérgicos, provoca um relaxamento e sedação do consumidor, afetando as partes do cérebro responsáveis pelo movimento, memória e respiração.


O álcool inibe o glutamato que desempenha um papel importante na memória e cognição, resultando na morte dos neurônios responsáveis pelo comportamento social, autocontrole, julgamento e controle inibitório. Ele afeta também o mesencéfalo que se relaciona com a coordenação motora, a fala, a visão e o estado de alerta.

Segundo Nahas e Trouvé, o álcool produz vários efeitos nas pessoas que abusam do seu consumo:
  • Efeito de prazer: semelhante ao que se pode sentir comendo chocolate ou com uma relação sexual.
  • Neurotoxicidade: causa danos aos tecidos cerebrais provocando a morte dos neurônios.
  • Tolerância: com o consumo repetido, é necessária a ingestão de uma quantidade maior para conseguir o mesmo efeito.
  • Síndrome de abstinência: quando o consumo é interrompido bruscamente, por volta de 8 horas sem a bebida, a pessoa pode sentir ansiedade, depressão, fadiga, irritabilidade, tremores e muitos outros sintomas.
  • Reforço positivo: a motivação para beber é sempre muito grande. O álcool provoca alguns “efeitos positivos” como a euforia inicial, redução da ansiedade e as relações sociais mantidas durante o seu consumo.
A ressaca que experimentamos após a ingestão de álcool é maior devido à desidratação cerebral, porque o corpo tenta expulsá-lo através da urina e do suor. As tonturas, dores de cabeça e a visão borrada, são consequências dessa desidratação.

Transtornos mentais agudos induzidos pelo álcool

Alguns transtornos mentais que o álcool produz duram certo período de tempo e são chamados de “transtornos mentais agudos”. Como exemplo temos o delirium tremens, a alucinação alcoólica e a amnésia parcial.

Os sintomas do delirium tremens começam a aparecer entre o segundo ou quarto dia de abstinência e podem provocar a morte da pessoa. Ele causa ansiedade, insônia, tremores e taquicardia. Nos casos em que ela sobrevive, este episódio termina com um sono profundo por muitas horas.

Durante o delírio tremens a pessoa fica desorientada, com um nível de consciência flutuante, tem alucinações, medo intenso, delírios paranoicos, tremores e convulsões. As alucinações podem ser visuais, auditivas, táteis e aterrorizam a pessoa.


Os sintomas psicóticos da alucinação alcoólica aparecem depois de uma intoxicação; geralmente altas doses de álcool por vários dias. As alucinações são auditivas de conteúdo ameaçador e acusador, e algumas vezes são acompanhadas de delírios.

A amnésia parcial (apagão) é o esquecimento parcial ou total de tudo o que aconteceu enquanto estava bêbado. Geralmente dura algumas horas e até mesmo vários dias. A pessoa pode se lembrar de incidentes isolados, mas ficam algumas lacunas de horas nas quais ela não se lembra de quem viu o que disse ou fez.

Transtornos mentais crônicos induzidos pelo álcool

Depois do abuso ou dependência do álcool por um tempo prolongado as consequências podem ser irreversíveis, causando diversos transtornos mentais como:

Demência alcoólica: é a demência causada por elementos externos, neste caso, o consumo do álcool. Os seus sintomas são a perda de memória, confusão e desorientação, alterações da personalidade ou apatia.

Encefalopatia de Wernicke: é a fase aguda e anterior ao desenvolvimento da síndrome de Korsakoff. Os sintomas são variados, como o nistagmo ou oftalmoplegia (paralisia dos músculos do olho), movimentos descoordenados, desorientação de tempo e lugar, prosopagnosia (não reconhecer rostos familiares), apatia, falta de atenção e concentração. É uma doença progressiva e é tratada com altas doses de tiamina, mas as seqüelas são irreversíveis.

Síndrome de Korsakoff: é causada por uma deficiência de tiamina (vitamina B1), devido ao abuso do álcool ou desnutrição prolongada. Ela provoca amnésia, principalmente sobre fatos acontecidos no início da doença. São muito comuns as confabulações; o paciente inventa histórias sem a intenção de mentir como forma de responder a tudo o que ele não se lembra. A pessoa não tem consciência de que está doente o que é conhecido como anosognosia.

Alterações de personalidade: o consumo prolongado do álcool pode ter um impacto sobre a personalidade, causando graves problemas no ambiente social e familiar.



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