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18 julho 2016

Os 10 piores alimentos para os diabéticos

O diabetes é uma anomalia na produção da insulina. Confira os dez piores alimentos para os diabéticos.

O senso comum afirma que, para manter o diabetes controlado, basta evitar o consumo de açúcar – bolos, chocolates, sorvetes, frutas muito ricas em glicose, etc. No entanto, apesar de a dieta dos diabéticos ser muito restritiva em relação à ingestão de açúcares, eles não são os únicos “vilões” desta história.

O diabetes é um distúrbio metabólico caracterizado pela falta de produção (ou produção insuficiente) da insulina, um hormônio secretado pelo pâncreas – mais especificamente, pelas ilhotas de Langerhans, conjuntos de centenas de células dispostas em cordões. A doença pode surgir ainda no berço (tipo I), durante a gestação (diabetes gestacional) ou no início da vida adulta (tipo II, ou tardio).

Em qualquer caso, os pacientes precisam se submeter a uma dieta rigorosa, reduzindo o consumo de alguns alimentos ou eliminando totalmente determinados itens, considerados os dez piores alimentos para os diabéticos.

Os 10 piores alimentos para diabéticos

Sorvetes
Mesmo os sorvetes artesanais apresentam elevado teor de açúcar – e pior, do açúcar refinado. Este pozinho branco presente em dez entre dez mesas de café da manhã, almoço, lanche e jantar é classificado como “caloria vazia”: não oferece nenhum nutriente, engorda e chega à corrente sanguínea com grande rapidez, mesmo quando comparado a outros açúcares, como a lactose e a frutose.

Os problemas dos sorvetes não se limitam à ingestão excessiva de açúcar. Corantes, conservantes e edulcorantes utilizados na fabricação acarretam uma série de problemas de saúde. Além disto, algumas marcas incluem neurotoxinas entre seus ingredientes, capazes de prejudicar o sistema nervoso, especialmente o cérebro.

Salgadinhos
Os salgadinhos à base de milho, especialmente os fritos (existem algumas marcas assadas disponíveis no mercado), estão entre os piores alimentos para os diabéticos. O amido presente no milho, muito concentrado nos alimentos industrializados, leva ao ganho de peso e, por outro lado, ao aumento da glicemia.

Alguns produtos são feitos com milho transgênico, cujos efeitos sobre o organismo humano ainda não são totalmente conhecidos. Não adianta procurar na composição nutricional dos salgadinhos: o Congresso Nacional aprovou projeto de lei (e o governo federal sancionou) que torna facultativa a informação sobre o uso de ingredientes geneticamente modificados.

Pizzas
Apesar de ser uma das preferências nacionais, chegando semanalmente à mesa de muitos brasileiros, alguns ingredientes das pizzas devem ser consumidos com muita moderação pelos diabéticos. A farinha de trigo refinada, o queijo, a linguiça, o peperoni e o aliche são “excelentes” para aumentar o teor de açúcar no sangue.

Muitas pizzas congeladas estão disponíveis nos refrigeradores dos supermercados. Nestes produtos, há um excesso de conservantes e edulcorantes, que se transformam em glicose logo depois de passar pelo estômago, no processo de digestão.

Refrigerantes e sucos
A quantidade de açúcar presente em uma lata (350 ml) de refrigerante ou suco chega a assustar: entre 36 e 49 gramas. A Organização Mundial da Saúde recomenda a ingestão máxima de 25 gramas por dia; para os diabéticos, o consumo deve ficar em torno dos 20 gramas.

Não adianta tentar fugir para os produtos diet ou light. O termo “diet” indica apenas que um ingrediente (qualquer deles) foi suprimido na fabricação do refrigerante. Já um refrigerante light não apresenta açúcar refinado na formulação, mas é rico em adoçantes artificiais (como o aspartame) e em sódio, introduzido para realçar o sabor.

Néctares de caixinha
Estes produtos não podem ser vendidos como sucos, por não apresentarem um mínimo de 50% de sumo de fruta in natura em sua composição. Estes néctares conseguem serem ainda mais ricos em glicose: até 75 gramas, em uma caixinha de 200 ml.

Definitivamente, néctares em caixinha estão entre os piores alimentos para os diabéticos (e também para a população que não apresentam problemas na metabolização do açúcar). Os conservantes, edulcorantes, corantes e acidulantes contraindica ainda mais o consumo.

Carboidratos simples
Todos os produtos feitos com farinha refinada (pode ser de milho, trigo, centeio, etc.) fazem parte da lista dos piores alimentos para os diabéticos. Isto significa que pães, bolos, macarrão, biscoitos e bolachas devem ser evitados. Fazem parte da lista também as massas congeladas.

O consumo moderado da farinha integral (considerada um carboidrato complexo) pode ser liberado para os diabéticos, sempre avaliando a taxa de açúcar no sangue, para evitar picos de glicemia. Os carboidratos simples apresentam alto índice glicêmico: são digeridos muito rapidamente, elevando a glicemia com velocidade idêntica.

Frituras
Elas chegaram tardiamente à mesa dos brasileiros, mas conquistaram os cozinheiros pela praticidade e facilidade de cocção: são as frituras industrializadas e congeladas, como batatas, coxinhas, quibes, etc. Nos produtos prontos, contudo, a qualidade perde para a quantidade.

Qualquer alimento produzido por imersão em óleo é contraindicado para os diabéticos. O teor calórico é excessivo e contribui para a formação de trombos (placas de gordura que se depositam nos vasos sanguíneos e podem migrar para diversos órgãos, como cérebro, coração e pulmões). Os riscos de hipertensão arterial são consideravelmente mais elevados para os portadores de diabetes, independentemente do tipo.

Sódio
Trata-se de um mineral fundamental para a manutenção da saúde. O sódio regula a quantidade de líquido presente dentro e fora das células, contribuindo para o bom funcionamento do organismo. Em excesso, no entanto, ele é um gatilho para diversas doenças – e os riscos para os diabéticos são sempre maiores.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a ingestão diária de pouco mais de quatro gramas diárias de sódio (os brasileiros consomem 15 gramas, em média). O excesso aumenta a retenção de líquidos, responsável não apenas por sobrecarregar o trabalho do coração e dos rins, contribuindo, no médio prazo, para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e de insuficiência renal.

O sódio não está presente apenas no sal de cozinha, mas também em refrigerantes, refrescos, embutidos, congelados, sopas prontas, etc. Para realçar o sabor dos alimentos, vale à pena utilizar ervas (salsinha, sálvia, coentro, cominho, orégano, etc.), alho e cebola, gengibre, pimentas, frutas cítricas (limão, abacaxi, laranja, etc.) e até mesmo o sal-rosa ou a flor-de-sal (com moderação).

Álcool
Álcool e açúcar são produzidos a partir da mesma matriz: na maior parte do mundo, a cana-de-açúcar. Portanto, todos os males provocados pelo açúcar ao organismo dos diabéticos também pode ser verificados no consumo de bebidas alcoólicas.

Em nosso organismo, o álcool é metabolizado pelo fígado da mesma forma que as gorduras. Mesmo entre pessoas não portadoras de diabetes, o abuso pode gerar problemas como gastrite, úlcera gástrica e do duodeno, gordura no fígado, cirrose hepática e câncer no fígado.

Os diabéticos precisam tomar cuidados extras: o consumo moderado de álcool deve ocorrer apenas nos dias em que a glicemia está controlada e o limite fica em uma ou duas doses de destilados ou duas a três doses de fermentados, de acordo com a constituição física.

Carnes vermelhas
Estes cortes bovinos ou suínos fazem parte da base da nossa alimentação, mas o consumo não é livre: recomenda-se o consumo, a cada refeição principal, de uma porção equivalente à palma da mão, sem contar os dedos. Churrascos e frituras devem ser substituídos por grelhados.

Através da reeducação alimentar e da alteração de alguns hábitos diários, é possível eliminar o uso de medicamentos em até 83%, no caso no diabetes do tipo II. Os detalhes do programa do Dr. Rocha podem ser conferidos no site oficial do programa.



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