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27 fevereiro 2016

Entenda a relação do hormônio masculino com a agressividade

No trabalho, hábitos agressivos podem 
não ser tão vantajosos. 
Foto: Shutterstock
Os níveis de testosterona não necessariamente levam a comportamentos violentos. A testosterona é um importante hormônio. Apesar de ser encontrada em pessoas de ambos os sexo, é conhecida como “hormônio masculino” por estar presente em maiores quantidades nos homens.

Ela também é associada a características como virilidade e força, típicas do estereótipo do “macho alfa”. Algumas pessoas vão além e relacionam a substância à agressividade e à violência.

Sabe-se que a testosterona está ligada à libido. Na puberdade, passa a ser o principal hormônio masculino e estimula o desenvolvimento dos músculos e dos órgãos sexuais, o crescimento de pelos e as mudanças na voz.

Muitos homens procuram maneiras de aumentar a quantidade de testosterona no corpo, seja de forma natural - com alimentação e outros hábitos - ou por meio de suplementação. Os objetivos podem ser perder peso, desenvolver massa muscular ou fomentar o apetite sexual.

A testosterona deixa o homem agressivo?
E a violência? Afinal, faz sentido associar um comportamento agressivo à maior quantidade do hormônio masculino?

Nunca foi observada uma relação direta de causalidade, ou seja, uma situação em que uma pessoa que teve aumento nos níveis de testosterona passou a ser mais agressiva. Mas a associação não é de todo infundada, porque já se observou que correlações existem.

Segundo publicações do psicólogo social americano James M. Dabbs Jr., morto em 2004, os níveis de testosterona tendem a serem maiores entre presos condenados por crimes violentos planejados, em comparação aos que cometeram crimes não violentos.

Dentro da prisão, os detentos com comportamento mais violento também costumam apresentar o hormônio masculino em maior quantidade que os mais dóceis. Isso não quer dizer que a testosterona os torne violentos, mas que ela pode ser facilitadora para ações violentas que têm a sua origem explicada mais pelo ambiente que pela quantidade do hormônio.

No exemplo da penitenciária, ser agressivo e garantir a liderança na cela podem trazer vantagens. Em um escritório, o mesmo comportamento costuma trazer prejuízos, então uma pessoa com grande produção de testosterona pode não ter atitudes violentas.

Isso tudo fica mais fácil de entender se imaginarmos a vida do ser humano antes da sociedade com leis e regras de convívio social. Quando vivia na natureza selvagem, à sua própria sorte contra bandos rivais e animais, a agressividade era um fator importante para a sobrevivência do homem. Aí, o hormônio masculino tinha influência na competitividade entre os machos.

Violência e o hormônio masculino
Além da possibilidade de uma alta produção de testosterona ser um diferencial em ambientes nos quais um comportamento violento é importante, há a situação em que a produção do hormônio é estimulada pelo ambiente agressivo. Ou seja, uma relação de efeito.

Estudos de Allan Mazur e Alan Booth, publicados na revista Behavioral and Brain Sciences, em 1998, sugerem que as duas coisas acontecem: a testosterona pode facilitar a dominação e a agressividade, embora o comportamento voltado a dominar ou derrotar também aumente os níveis do hormônio.

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