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As informações e sugestões contidas neste blog têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

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13 dezembro 2015

Memória da dor e como se livrar dela

Memória da dor e seu papel no tratamento da enxaqueca

Memória da Dor
Para compreender o significado do termo memória da dor, vamos começar analisando o conceito de “memória”. É comum nos esquecermos de facilmente da fisionomia de alguém que só vimos uma vez. Você vai a um supermercado novo, passa suas compras pelo caixa e normalmente não reconhecerá a funcionária do caixa caso ela venha a cruzar com seu caminho na rua.

Porém, quanto mais você frequenta o mesmo supermercado e é atendida pela mesma funcionária do caixa, maior a chance de você se recordar de seu rosto e não passar direto por ela, como se fosse desconhecida, caso a encontre na rua ou na praia. Isso se chama memória.

As pessoas e coisas vão ficando tanto mais impregnadas na nossa memória, quanto mais temos contato com elas. Ver alguém repetidamente facilita a criação de uma memória, no seu cérebro, para essa pessoa. O mesmo ocorre com uma música que ouvimos um perfume e assim por diante.

Memória da Dor é Facilitada
Não importa se é uma imagem, um som ou cheiro: todos os tipos de informação criam no nosso cérebro uma memória, ao trafegarem pelos neurônios. Na verdade, todas as informações percorrem uma trilha no nosso cérebro, através de neurônios e neurotransmissores. Quanto mais somos expostos à mesma informação (por exemplo, a mesma fisionomia, o mesmo perfume, a mesma música), mais fácil se torna para essa ‘trilha’ ser percorrida. E, portanto, mais impregnada vai ficando aquela informação na nossa memória.

Memória da Dor
Acontece que a dor é uma informação sensorial como qualquer outra. Desagradável, sim – porém não deixa de ser uma informação.

E quanto mais vezes uma pessoa sente a mesma dor, como por exemplo, sob a forma de dor de cabeça e crises de enxaqueca, mais fácil se torna voltar a sentir essa dor no futuro. Isso se chama memória da dor.

Em outras palavras, é como se cada episódio de dor de cabeça fosse ‘abrindo uma trilha’, a qual vai ficando cada vez mais fácil de percorrer conforme continua a ser percorrida. A memória da dor vai ficando cada vez mais facilitada.

Percebe por que é tão comum a enxaqueca piorar com o passar do tempo? Não são apenas os maus hábitos e estilo de vida a influenciarem no desequilíbrio neuroquímico que causa a enxaqueca, mas também a própria dor em si vai criando modificações naquilo que os cientistas chamam de plasticidade neuronal (ou seja, o modo como os neurônios se comunicam entre si), resultando numa facilitação cada vez maior da transmissão dos menores estímulos para os centros cerebrais responsáveis pela consciência da dor. Vai ficando cada vez mais fácil sentir dor!

Quando você embarca num tratamento para enxaqueca capaz de suprimir sua dor de cabeça, esse tratamento está atuando também na memória da sua dor, “fechando a trilha”. Quanto menos a “trilha da dor” for percorrida, mais essa “trilha” vai “fechando” e ficando difícil de percorrer. Ou seja, quanto mais tempo sem dor, maior a probabilidade da frequência dessa dor continuar a diminuir. Neste cenário, cada dia sem dor aumenta a probabilidade o dia seguinte também ser sem dor.

Quando utilizamos única e exclusivamente remédios “preventivos” para suprimir a dor de cabeça da enxaqueca, esses remédios, se funcionarem muito bem, causam uma diminuição da memória da dor. Isso é ótimo! Porém, conforme vão perdendo o efeito (o que sempre ocorre com o passar do tempo), a “trilha da dor” volta a ser percorrida e gradualmente facilitada. Essa diminuição do efeito dos remédios ocorre porque as drogas não atuam sobre a causa da dor. Apenas ‘disfarçam’ os sintomas. E quando a “trilha” volta a ser percorrida, é uma questão de tempo até que a memória da dor volte a ficar impregnada, facilitando cada vez mais a sua sensação dolorosa.

É por isso que recomendo a todos os meus pacientes – e também a todos vocês que estão lendo este artigo – que não se prendam somente aos muitos tratamentos “externos” que são oferecidos, mas procurem influenciar a causa da enxaqueca (ou seja, influenciar positivamente os neurotransmissores que estão em desequilíbrio) através de mudanças de hábitos e estilo de vida, conforme explico detalhadamente no meu livro (clique aqui para ler mais informações sobre o livro do  Dr. Alexandre Feldman

Tente você também, em conjunto com o seu médico de confiança, apagar o quanto mais a memória de sua dor! Não se esqueça: cada um faz a sua parte!

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