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As informações e sugestões contidas neste blog têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

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07 maio 2015

Diabetes: como conviver com esse diagnóstico sem neuras

O diabetes tipo 2, que corresponde a 90% a 95% dos casos de diabetes, ocorre por defeitos na ação e secreção da insulina e tem a obesidade como um dos principais fatores desencadeantes.

Você pega o resultado de um exame de sangue simples e lá está o resultado com uma alteração na glicemia. Vai ao consultório médico e descobre que está com diabetes. E agora, o que fazer? 

Primeiro, antes de tomar algum susto, saiba que a doença, apesar de crônica e sem cura, não pode e nem deve ser encarada como um bicho de sete cabeças, pois o diabetes pode ser bem controlado. Para isto, é importante dedicar-se a um estilo de vida saudável com dieta adequada e atividade física regular, além do tratamento medicamentoso. É fundamental seguir as orientações do médico assistente para obter melhor controle da glicemia.

O diabetes mellitus é uma doença crônica caracterizada por aumento da glicose (açúcar) no sangue, chamado de hiperglicemia. Estima-se que até 2030 teremos 300 milhões de diabéticos no mundo. Os dois tipos mais conhecidos são o 1 e o 2. No diabetes tipo 1 ocorre destruição das células beta pancreática e consequente deficiência de insulina. Dessa forma, os portadores de diabetes tipo 1 necessitam de tratamento com insulina. O diabetes tipo 1 é mais comuns em crianças, adolescentes e adultos jovens. 

O diabetes tipo 2, que corresponde a 90% a 95% dos casos de diabetes, ocorre por defeitos na ação e secreção da insulina e tem a obesidade como um dos principais fatores desencadeantes. Apesar de serem geralmente diagnosticados após os 40 anos, há uma incidência crescente de diabetes tipo 2 em jovens devido aos maus hábitos alimentares e sedentarismo. O tratamento do diabetes tipo 2 geralmente inclui medicamentos administrados por via oral, mas também pode haver necessidade de insulina para a obtenção de controle metabólico adequado.

O lado psicológico
Uma das dificuldades é quando o paciente recebe o diagnóstico de diabetes. Segundo a endocrinologista Catarine Teles, receber a notícia pode deprimir, pois existe um estigma em relação às privações alimentares, mudanças de hábitos e cuidados constantes. “Diabetes é um fator de risco para desenvolvimento de transtornos psicológicos, como depressão, ansiedade e transtornos alimentares. 

O acompanhamento psicológico proporcionará uma melhor avaliação dos aspectos emocionais do indivíduo em relação à doença, minimizando os sofrimentos psíquicos. O trabalho psicológico com paciente diabético tem como objetivo a elaboração e aceitação da doença para obtenção de uma melhor qualidade de vida”, diz a médica, acrescentando que o diabético terá que se adaptar a novas situações e que o apoio psicológico é importante tanto para o diabético quanto para seus familiares, que são pontos de segurança e estímulo para um tratamento eficaz.

Orientação nutricional
A orientação nutricional, com o estabelecimento de um plano alimentar, associada a mudanças no estilo de vida, incluindo atividade física regular, é fundamental para o controle do diabetes mellitus. “O acompanhamento nutricional realizado por especialista favorece o controle glicêmico independente do tipo de diabetes e tempo de diagnóstico. Atualmente, sabe-se que os diabéticos devem ter uma alimentação saudável, com poucas restrições ou proibições. Existem diversos produtos elaborados para tornar a vida dos diabéticos mais fáceis e saborosa”, garante Catarine Teles. 

As pessoas diabéticas devem comer nos horários adequados e ter sempre disponíveis alimentos práticos como frutas, barras de cereais diet ou biscoitos salgados com fibras.  Atualmente há diversos produtos para tornar a vida dos diabéticos mais saborosa. Nas diversas situações os diabéticos devem buscar alternativas para o controle do apetite e resistir às tentações. Por exemplo: no couvert, prefira os palitinhos de cenoura e pepinos crus e a salada; na churrascaria, escolha as carnes mais magras e cuidado com os acompanhamentos; na pizzaria, opte pelas pizzas com rúcula, escarola, brócolis, abobrinha e ricota; no restaurante japonês, peça sashimi e missoshiro.

Bebida alcoólica: pode?
De acordo com a endocrinologista, o consumo excessivo de álcool deve ser evitado, mesmo que eventualmente. “Para evitar hipoglicemia (baixo nível de glicose), o álcool deve ser sempre ingerido juntamente com alimentos. Para diabéticos adultos, a ingestão de álcool deve ser limitada ao máximo de uma dose (uma taça de vinho ou uma lata pequena de cerveja ou 45 ml de destilados) para as mulheres e duas doses para os homens. Em algumas situações deve ser feita restrição total de bebidas alcoólicas, entre elas diabéticos adolescentes, gestantes, lactantes, portadores de pancreatite, hipertrigliceridemia grave, dependentes de álcool e portadores de neuropatia diabética avançada”, explica.

Auxílio familiar 
O diagnóstico de diabetes afeta não só o paciente como também sua família. O apoio e a aceitação dos familiares e das pessoas mais presentes na vida do paciente são fundamentais. A postura da família perante a doença pode amenizar os problemas e reforçar a motivação para o paciente colocar sua própria saúde em primeiro lugar. A participação da família compartilhando de ao menos parte da dieta e dividindo responsabilidades relacionadas aos alimentos e cuidados diários pode criar um ambiente de cooperação e apoio mútuo. Em especial no diabetes tipo 1, quanto mais os pais estão envolvidos, melhor é a adesão da criança e adolescente ao tratamento. 

A importância da atividade física
O exercício físico é um importante aliado no tratamento e prevenção do diabetes, atuando sobre o controle da glicemia e sobre outras morbidades como obesidade, hipertensão e dislipidemia, reduzindo o risco de doenças cardiovasculares e melhorando a qualidade de vida. Antes de iniciar um programa de exercícios físicos deve ser feita uma avaliação médica, assim o médico poderá orientar em relação ao tipo e à intensidade do exercício físico. Exercícios aeróbicos envolvendo grandes grupos musculares, como caminhada, natação, ciclismo, corrida e dança, são os mais recomendados. O ideal é realizar o programa de exercícios diariamente ou ao menos 150 minutos de exercícios de moderada intensidade por semana.

E se não cumprir as regras?
A endocrinologista Catarine Teles conta que as complicações do diabetes podem ocorrer devido ao mau controle da glicemia, especialmente se as taxas de glicose permanecer elevadas durante anos. “Entre as complicações destacam-se: retinopatia, nefropatia, neuropatia, pé diabético, aterosclerose, acidente vascular cerebral (AVC) e infarto do miocárdio. O diabetes não controlado é a principal causa de cegueira e amputações não traumáticas no Brasil. A nefropatia diabética é a principal causa de insuficiência renal crônica em pacientes ingressando em programas de diálise. A doença cardiovascular é a principal causa de mortalidade e morbidade nos pacientes diabéticos”, afirma. Portanto, o tratamento precoce e intensivo do diabetes é vital para a boa saúde em longo prazo.

Administrar o diabetes exige comprometimento e esforço independentemente do momento em que ela se desenvolveu. “Se seguir uma dieta adequada, fizer exercícios físicos regularmente e usar as medicações corretamente, o diabético terá uma vida saudável, muitas vezes até mais saudável do que uma pessoa não portadora de diabetes, que pode não ter restrições alimentares e faz uso abusivo de gorduras, sal e álcool”, diz a médica. Por isso, é só seguir à risca as recomendações médicas e ter uma vida plena, cheia de saúde e disposição. 

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